Dra. Maria Cecília Pereira Cersosimo · CRO-SP 105.095

Fotobiomodulação

Laserterapia Odontológica

Laser de baixa potência como recurso complementar no controle de sintomas e na recuperação dos tecidos.

Sobre o tratamento

Luz terapêutica como apoio à recuperação e ao conforto.

A laserterapia de baixa potência, também chamada de fotobiomodulação, utiliza luz em parâmetros terapêuticos para estimular respostas biológicas sem cortar ou remover tecidos.

Na odontologia, pode ser indicada como recurso complementar para auxiliar no controle de dor e inflamação, favorecer a reparação dos tecidos e acompanhar determinadas alterações de sensibilidade. A resposta e o número de sessões variam conforme a condição, o momento do atendimento e as características de cada paciente.

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Dra. Maria Cecília segurando equipamento de laser odontológico na Studio Orale
Registro da Studio Orale
Aplicações clínicas

Um recurso versátil, sempre dependente de diagnóstico.

A fotobiomodulação não substitui a investigação da causa nem o tratamento principal. Ela integra o plano quando existe indicação clínica.

Pós-operatórios

Pode ser utilizada como apoio ao controle do desconforto e à recuperação dos tecidos após procedimentos odontológicos.

Aftas e herpes labial

Pode auxiliar no alívio de sintomas e no processo de reparação, respeitando a fase e as características da lesão.

Parestesia

Em alterações de sensibilidade após cirurgias orais, pode integrar o acompanhamento da recuperação neurossensorial.

Paralisia facial

Em casos selecionados, pode participar de uma abordagem interdisciplinar definida após avaliação profissional.

A indicação, os parâmetros e a frequência das sessões são individualizados. Resultados e tempo de resposta não podem ser garantidos.

Avaliação individual

Quando a laserterapia pode ser avaliada

A decisão depende do diagnóstico, da fase da condição e dos objetivos clínicos do acompanhamento.

  • Recuperação após cirurgias odontológicas
  • Aftas e lesões recorrentes da mucosa oral
  • Herpes labial, conforme a fase da manifestação
  • Parestesia após procedimentos na região do mento ou dos sisos
  • Apoio interdisciplinar em alterações neuromusculares da face
Entenda o tratamento

Parâmetros definidos para cada condição e momento clínico.

Como funciona a fotobiomodulação

O equipamento emite luz de baixa intensidade, aplicada em pontos definidos pelo profissional. Comprimento de onda, dose, tempo e frequência fazem parte do protocolo e precisam ser ajustados à finalidade do atendimento.

A aplicação costuma ser rápida e não envolve cortes. Ainda assim, laser não é um tratamento genérico: protocolos inadequados ou a aplicação sem diagnóstico podem atrasar a identificação da causa do problema.

Avaliação e acompanhamento

Na primeira consulta, a equipe avalia histórico, sintomas, início da condição e tratamentos já realizados. Em parestesias e paralisias faciais, pode ser necessário acompanhamento conjunto com outros profissionais de saúde.

O plano define objetivos possíveis e critérios de reavaliação. A quantidade de sessões não é padronizada e pode mudar conforme a evolução observada.

  • Diagnóstico da condição
  • Definição do protocolo
  • Registro da evolução
  • Reavaliação entre sessões
Seu cuidado na Studio Orale

Do primeiro encontro ao acompanhamento.

Cada plano pode seguir etapas diferentes, mas diagnóstico, planejamento e acompanhamento estão presentes em todo o percurso.

Avaliação

Escuta das necessidades, exame clínico e compreensão das condições que orientam o tratamento.

Planejamento

Apresentação das possibilidades, limites, etapas e cuidados para uma decisão compartilhada.

Acompanhamento

Consultas e orientações para observar a evolução e cuidar da manutenção da saúde bucal.

Perguntas frequentes

Informação também faz parte do cuidado.

Laserterapia e clareamento a laser são a mesma coisa?

Não. A fotobiomodulação utiliza laser de baixa potência com objetivos terapêuticos. Clareamento dental tem finalidade, materiais e protocolos diferentes.

A aplicação dói?

A aplicação de baixa potência geralmente não causa dor, mas a sensação e o conforto dependem da região e da condição tratada.

Quantas sessões são necessárias?

Não existe um número único. A frequência depende do diagnóstico, da fase da condição, da resposta individual e do protocolo indicado.

O laser cura herpes labial?

O laser não elimina o vírus. Pode ser utilizado para auxiliar no controle de sintomas e na reparação da lesão, junto às demais orientações clínicas.

A laserterapia resolve qualquer parestesia?

Não. A recuperação depende da causa, da extensão da alteração nervosa, do tempo de evolução e de outros fatores. A avaliação define se o recurso pode integrar o acompanhamento.

Próximo passo

Quer saber mais sobre Laserterapia Odontológica?

Converse com a equipe da Studio Orale e agende uma avaliação para entender as possibilidades para o seu caso.